Comunidad Budista Sotozen

Zen e pensamento ocidental

Numerosos pensadores ocidentais contemporâneos foram sensíveis aos ensinamentos do Zen e manifestaram o seu interesse por ele, por exemplo os psicanalistas C. G. Jung, Erich Fromm e Karen Horney, filósofos eminentes como Karl Jaspers, Marin Heidegger, Martin Baber e Simone Well, o grande antropólogo Claude Levi-Srauss, o místico católico Thomas Merton, bem como muitos escritores de diverso tipo como o Dr. Paul Chauchad e o alemão Eugen Herrigel, os americanos Henri Miller e Alan Watts, o ingleses R. H. Blytn e Christmas Humphrey, bem como outros artistas como Braque, Picasso ou o coreógrafo francês Maurice Bejart.

Também se pode encontrar ecos do espírito do Zen, da sua atitude perante a vida, nas obras de Göethe, de William Blake e de Emerson, bem como nos grandes místicos cristãos tais como o Mestre Eckart, Tauler e Suso no século XV, e Jacob Boehme no século XVII.

Todos intuíam esta suprema sabedoria que está mais além da filosofia, mas cuja essência não pode ser alcançada pelo pensamento. Esta sabedoria que não é especulação intelectual, mas força motriz, arte de viver e maneira de ser. Só se pode chegar a ela através da prática da meditação.